Visitar Site

Os 5 cuidados ao comprar imóveis com o parceiro

Confira Os 5 cuidados ao comprar imóveis com o parceiro, nesta matéria queremos te alertar dos cuidados que você deve tomar para que não tenha problemas futuros em caso de uma separação de bens.

Os relacionamentos conjugais passaram por muitas mudanças nas últimas décadas, mas aparentemente o ditado “quem casa quer casa” continua valendo.

Pesquisa divulgada este mês pela Fipe, com base nos dados do último trimestre de 2020, mostra que 71% das pessoas que compraram imóveis nos últimos 12 meses tinham como objetivo morar com alguém na nova casa. Apenas 16% das vendas foram para pessoas que iriam morar sozinhas, enquanto 13% dos compradores fecharam negócio para outra pessoa morar no imóvel.

Alguns cuidados, no entanto, são necessários na hora de comprar a casa própria com o parceiro. É preciso levar em consideração o regime de bens do casamento ou da união estável, se houver, ou, caso as duas pessoas morem juntas, mas não tenham formalizado a relação, estabelecer quais serão os termos da escritura.

Perito Judicial e Corretor de Imóveis a mais de 20 anos, Leonardo Leão afirma que quando nada é informado, e se o casal não tiver um regime de separação total de bens, o comum é que, em caso de divórcio ou separação, o imóvel seja dividido igualmente entre as duas pessoas, o que pode gerar discussões na Justiça.

Por isso, o melhor é determinar desde o momento da compra a quanto cada um tem direito.

— Se o regime for de comunhão total de bens, pouco importa quem pagou, é metade de cada um. O problema é a discussão que isso pode gerar em um eventual divórcio. Se for separação total, é mais fácil, nada se comunica, e cada um tem a sua parte. A escritura vai estabelecer o percentual de cada um. Por exemplo, 70% de um e 30% de outro — explica Leonardo Leão

Além disso, Leonardo Leão ressalta a importância de analisar bem os termos do financiamento e da compra, para evitar imprevistos.

O casal de servidores públicos, Felipe, de 33 anos, e Luciana de 35, aprenderam a lição na prática, ao adquirir o primeiro apartamento, na Tijuca, Zona Norte do Rio, em 2018.

— A gente era totalmente inexperiente, e a transação acabou sendo uma dor de cabeça. No contrato, dizia que tínhamos que entregar o dinheiro da compra em dois meses, caso contrário, a multa diária era altíssima. Conforme o tempo foi passando, ficamos desesperados, porque o financiamento não saía. Por milagre, o dinheiro caiu numa sexta-feira, e o prazo vencia na segunda-feira seguinte. Mas foi um estresse — conta Felipe.

Para prestar atenção

Os 5 cuidados ao comprar imóveis

Estado civil

É preciso observar o estado civil das pessoas envolvidas no negócio – afirma Leonardo

“Nos casos de separação total de bens, geralmente é necessário que o cônjuge, ainda que não tenha a propriedade do imóvel, assine o contrato como anuente”.

Já se o casal tiver união estável formalizada, os cartórios de registro geralmente solicitam que seja apresentada essa declaração registrada em cartório civil, onde o casal definirá qual será o regime de bens.

“Se o casal não tiver união civil estável formalizada nem for casado no papel, poderá fazer uma divisão do valor do imóvel em partes iguais ou desiguais. Por exemplo: 30% e 70% para cada parte. E o valor do investimento de cada um ficará formalizado no contrato da compra do imóvel”, continua Leonardo Leão.

Taxa de juros

Apesar de as taxas de juros para o financiamento estarem na mínima histórica, há diferença entre os valores cobrados por cada banco. Por isso, vale a pena pesquisar a instituição que oferece o menor custo.

São quatro as principais bases de correção de contratos de financiamento de imóveis disponíveis atualmente. Uma das mais antigas é a que usa taxa fixa com ou sem correção pela Taxa Referencial (TR), atualmente zerada. A vantagem é que as prestações praticamente não mudam, mas os juros são mais altos: 8%, em média. Há outras opções com índices flutuantes, como pela inflação e pela variação da poupança. Ou, ainda, taxas prefixadas.

Um fato que também altera muito nas negociações de financiamentos imobiliários que fazemos em nossas consultorias é o histórico de crédito do cliente e a maneira que se faz essa negociação com os bancos e financeiras – ressalta Leonardo Leão

Contratos

É importante ler atentamente o contrato de compra e venda do imóvel, assim como a escritura que será assinada em cartório, para ter a certeza de que o comprador está de acordo com todas as condições.

“Na compra de uma casa ou um apartamento, é muito importante saber se o imóvel pode ser comprado. Tem que tirar todas as certidões, ver se tem alguma dívida de IPTU, de condomínio. Isso é o que gera mais dor de cabeça”, afirma consultor Leonardo

Na ponta do lápis

O comprador também precisa ter em mente que há muitos custos envolvidos na compra, além do valor do próprio imóvel.

“Existe o custo da escritura, do registro, dos honorários de corretagem e do imposto. Só de imposto são 3% sobre o valor do imóvel”, afirma Leão.

Segundo o consultor, muitas vezes, as pessoas não se preparam para esses custos extras e acabam sendo pegas desprevenidas.

Cuidado com golpes

Há golpes envolvendo ofertas vantajosas de imóveis, com preços abaixo do mercado e condições de pagamento diferenciadas. Por isso, o comprador deve ficar atento. Para confirmar se está tratando com uma imobiliária ou corretora, pergunte o número de inscrição do profissional no Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ) e faça a busca no site creci-rj.gov.br.

Além disso, é importante desconfiar de taxas bem menores do que a dos concorrentes ou de empresas que não pedem garantias ou a documentação ao tomador do financiamento.

“Sempre suspeite de tudo que for bom demais para ser verdade e consulte seu corretor de confiança e peça a seu advogado para verificar a documentação”, aconselha Leonardo Leão.

Compra para os filhos

O casal Ismael Maria de Brito e Cristiane de Souza Clementino Brito, de 49 e 50 anos, respectivamente, se enquadra no grupo de pessoas que compram imóveis para outros morarem. Eles investiram em dois apartamentos este ano para os filhos.

— Minha filha de 25 anos já tem um bebê, e meu filho de 20 está namorando há dois anos. Então, daqui a pouco ele também vai precisar de um lugar para morar. Decidimos comprar os apartamentos em Vargem Grande, bairro que é próximo da minha casa, no Recreio, e esse foi um bom momento. O preço estava bom — afirma Cristiane.

A compra de imóveis por pais é bastante comum.

— Há dois perfis: o casal jovem, entre 25 e 35 anos, sem filhos, que vai comprar o primeiro apartamento, e a pessoa solteira sem renda suficiente, que acaba pedindo para os pais completarem o pagamento e comprarem junto — explica Leão.

Segundo ele, a nova geração tem optado por imóveis compactos, mais baratos, porém com boa área de lazer e espaço de coworking principalmente com o aumento de pessoas que trabalham em casa.

Cariocas em busca de mais segurança

Segundo a pesquisa da Fipe, a proporção de pessoas que declararam intenção de adquirir imóveis nos próximos três meses permaneceu praticamente estável entre o terceiro trimestre (48%) e o quarto trimestre de 2020 (47%), resultado que manteve a intenção de compra próxima ao patamar recorde na série histórica da pesquisa Raio-X FipeZap, iniciada em 2014.

Em termos de objetivo, a maioria dos potenciais compradores destacou a intenção de utilizar o imóvel para moradia própria (86%).

A Imóveis da Caixa, consultoria em negociações imobiliárias, tem identificado uma perspectiva de crescimento no Rio este ano, em meio a um cenário favorável, com boas condições de financiamento e taxa de juros em seu patamar historicamente mais baixo.

— Muitas pessoas estão trocando o aluguel pelo financiamento, com parcelas que cabem no bolso — afirma Leão Diretor da Imóveis da Caixa no Rio, que acrescenta: — Vimos um aumento de demanda por apartamentos nos bairros de Botafogo e do Catete, na Zona Sul do Rio, que estão passando por uma valorização financeira. E também observamos uma tendência, de acordo com pesquisa interna, de que os cariocas estão buscando bairros mais silenciosos e mais seguros.

Essa tendência também foi observada por nossos ´parceiros. Segundo eles, houve aumento na busca por imóveis em bairros da Zona Oeste, como Recreio, Vargem Grande e Vargem Pequena:

— As pessoas buscam bairros mais tranquilos, onde as crianças podem brincar na rua, e que sejam perto da praia e de outras opções de lazer.

 

Os 5 cuidados ao comprar imóveis com o parceiro

Espero ter te ajudado e caso ainda tenha dúvidas Fale Comigo.
Preencha  o Formulário abaixo que te respondo.

Bibliografia e Citações:
1 ABNT ( Associação Brasileira de Normas Técnicas);
2 IBAPE (Instituto Brasileiro de Perícias),
3 CRECI – COFECI Conselho Regional dos Corretores de Imóveis;

Leonardo Leão
Perito Judicial – RJ
Assistente Técnico em Pericias de  Avaliação Imobiliária.
Pericia Extrajudicial em Avaliação Imobiliária
Consultoria em Financiamentos Imobiliários

Os 5 cuidados ao comprar imóveis com o parceiro

Fale com um especialista!

O Poder da Pericia Judicial
Pericia Judicial
Leonardo Leão

O Poder da Pericia Judicial

O Poder da Pericia Judicial  A Pericia Judicial tem tanto poder que mesmo que o processo esteja em fase de finalização ele pode ser anulado, basta que seja identificado que a perícia de avaliação de imóveis seria necessária.   1 – Conceito Perícia é o meio de prova feita pela atuação de técnicos ou doutos

Leia Mais »
IPTU Contribuição de Melhoria
Sem categoria
Leonardo Leão

IPTU Contribuição de Melhoria

IPTU Contribuição de Melhoria Uma das ações que poucas pessoas sabem que é possível mover contra o órgão público, é a ação de Revisão de IPTU, se você acredita que o valor cobrado está “caro” e deseja pagar menos impostos ou se seu imóvel vai ser desapropriado em breve, você precisa ler este conteúdo por

Leia Mais »
Atos do Perito Judicial
Pericia Judicial
Leonardo Leão

Atos do Perito Judicial

Atos do Perito Judicial Do latim peritus – hábil, experimentado, do que sabe por experiência. O perito é uma pessoa versada ou entendida na ciência, arte ou ofício afeito a certos fatos da causa, a quem se atribui a função de examinar, quer para perceber ou constatar, quer para apreciar, fornecendo ao juiz elementos de

Leia Mais »
Rolar para cima