Imóvel é investimento seguro em meio à instabilidade

Imóvel é investimento seguro em meio à instabilidade

Considerado um porto seguro em um cenário de incertezas, mercado imobiliário possibilita a preservação de capital em momentos de crise e aumento de patrimônio em tempos de crescimento econômico.

Os imóveis, sejam eles residenciais, comerciais, terrenos ou loteamentos, estão no rol de investimentos considerados seguros. E embora as crises contribuam para um cenário de incertezas na economia, os investimentos no mercado imobiliário, que estão entre as aplicações mais tradicionais e conservadoras, ainda são um porto seguro em  um cenário de instabilidade.

Empresário do mercado imobiliário, Guilherme Neilly explica que o imóvel é uma moeda forte e que vale a pena investir, mesmo durante esse período. “O imóvel continua estável por um grande período. Além disso, tem um grande potencial de valorização com o passar do tempo. Realizar uma boa escolha na hora da compra garante um bom investimento para o presente e para o futuro, já que o mercado imobiliário é um mercado rentável. Não há outro investimento melhor”, afirma.

  • Concordamos com o Guilherme e ressaltamos a grande importância de escolher o imóvel a ser comprado, acredito fielmente que o grande segredo para o sucesso nesse tipo de investimento está na habilidade de negociação na hora da compra. Hoje captamos centenas de “oportunidades” que na verdade após nossa análise poucas merecem nossa atenção.

Esse tipo de investimento é considerado seguro em tempos de instabilidade, uma vez que permite a preservação de capital nos momentos de crise e o aumento de patrimônio em momentos de crescimento econômico.

  • Estamos em um país que desde a colonização o melhor investimento é em terra, em imóveis, pode ser que não tenha a melhor taxa de retorno, mais ainda não conheço nada mais seguro que o investimento imobiliário bem feito.

Focado no mercado de alto padrão, Salvione, que é corretor de imóveis há 15 anos, complementa dizendo que o investimento no mercado imobiliário se mostra, acima de tudo, sem tanta volatilidade. “Tenho clientes que compraram terrenos há cerca de nove meses e tiveram uma valorização de 25% a 30%. Diante do cenário atual, com a taxa de juros em baixa, o dólar subindo e as aplicações caindo, o imóvel está apenas reforçando as afirmações de que é um investimento seguro e sem tanta volatilidade”, garante.

  • Salvione está correto, realmente vivemos o momento do comprador, quem compra hoje garante um ótimo investimento em médio e longo prazo.

Guilherme acrescenta que, dentro das possibilidades de investimento no mercado imobiliário no atual cenário, tanto a compra para locação quanto para moradia são alternativas válidas, que representam uma forma segura de aplicar o capital.

  • São alternativas válidas mais é preciso que se faça uma análise de liquidez na sua região em relação ao imóvel que você está querendo comprar e a finalidade desse imóvel.

Salvione, por sua vez, explica que cada vez mais investidores têm procurado o interior para fixar novos investimentos “Nossa cidade recebeu investimentos massivos nos últimos anos, grandes empresas do ramo imobiliário vieram para cá e investiram alto, gerando riquezas e qualidade de vida. Hoje temos uma cidade com mais procura por imóveis, por isso o sucesso para quem investe em um imóvel em Rio Preto está garantido. Um exemplo, no caso da locação, uma casa de três dormitórios em condomínio fechado pode ser alugada por um valor de até R$ 10 mil por mês”, afirma.

  • Em minha visão de investimento nada é garantido, aqui no Rio de Janeiro essa realidade durou algum tempo e por se tratar de algo “maravilhoso” atraiu diversos investidores que fizeram o mesmo tipo de investimento, aumentando em demasiado o número de ofertas, o que gerou a desvalorização desses imóveis e um grande prejuízo para diversos investidores, por isso sugiro uma análise maior antes de iniciar esse tipo de investimento.

Pesquisa realizada pelo Grupo Zap mostrou que 36% dos entrevistados que buscavam um novo imóvel para compra podem adiar essa transação por até seis meses. Outros 36% afirmaram que podem adiar a compra de sete meses a um ano e, o restante, 28%, afirmaram que essa negociação pode ser adiada por mais de um ano. Já aqueles que procuram um imóvel para locação se mostraram um pouco mais otimistas: 45% afirmam que adiariam o plano em, no máximo, três meses; 26% apontam que postergariam de quatro a cinco meses, e apenas 12% estenderiam esse tempo para mais de oito meses.

  • Interessante essa pesquisa realizada pelo Grupo ZAP, ele mostra uma realidade, a incerteza das pessoas postergando a compra do imóvel e quanto ao mercado de locação demonstra o seu aquecimento, uma pena a pesquisa não mostrar dados sobre que tipo de imóveis os entrevistados pretendem alugar nos próximos meses, se estes imóveis representam um preço de aluguel maior ou menor do que eles pagam hoje na sua moradia.

Guilherme acredita que, para quem se programou corretamente para a compra ou locação de um imóvel, o período de  pandemia não apresenta risco. “Em 2020, o mercado imobiliário estava preparado para um novo aquecimento, tendo em vista a baixa taxa de juros de crédito imobiliário e as expectativas para o crescimento da economia brasileira”, diz. Ele explica, porém, que a pandemia frustrou algumas expectativas, mas o mercado imobiliário tem reagido bem. “Diferentemente, de outros setores, o mercado imobiliário vem reagindo muito bem a essa pandemia, de forma equilibrada. Os meses de março e abril mostram bons números. Desde que aquele cliente tenha se programado para a compra de um imóvel, seja ele para moradia ou investir, não há risco algum”, conclui.

  • Na minha visão o Guilherme está correto, quem se programou e tem fôlego para se manter está passando pela crise numa boa e ainda vai poder realizar ótimos investimentos, seja na compra de terrenos ou imóveis prontos, o poder de compra hoje vai fazer total diferença na hora de vender esse imóvel no futuro, garantindo um ótimo lucro nessa transação

 

Comentários: Leonardo Pereira
Imóveis da Caixa

 

Esse post é uma análise de nossa equipe com base em uma matéria publicada no Diário da Região em 11 de maio de 2020, Para ver a matéria original, clique aqui.

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